“Tens permissão para imaginar uma vida diferente. Mais do que isso: tens a responsabilidade de a construir.”
Tânia Sitoe
Há um momento, sempre há, em que percebemos que a vida se tornou demasiado pesada para o corpo, demasiado ruidosa para a mente e demasiado estreita para o coração.
Este sentimento não surge num dia específico. Acontece no acumular das pequenas coisas:
O café que bebes a correr.
O verdadeiro descanso que nunca chega.
Os dias que passam sem perceberes como.
As decisões tomadas por hábito, ou pelos outros, mas raramente por intenção.
A sensação insistente de que estás sempre em falta com toda a gente, quando na verdade, a pessoa a quem mais tens faltado é a ti mesma.
E, ainda assim, continuas. Porque foi isso que sempre fizeram. Foi o que viste fazer. Até que surge uma pergunta silenciosa, muitas vezes discreta, outras vezes mais visceral, mas persistente:
“É mesmo assim que quero viver?”
O Life Design nasce exatamente neste lugar. No intervalo entre o que fazes, o que sentes e quem és.
Entre a vida “que não pára” e a vida em que consegues habitar.
A vida que foi acontecendo…
Há uma diferença enorme entre a vida que escolhemos e a vida que foi acontecendo enquanto estávamos ocupadas a corresponder às expectativas dos outros.
A segunda é silenciosa. Não tem um momento de ruptura claro, nenhum dia em que dissemos “sim, é esta a vida que quero”. Foi-se construindo por acumulação, de compromissos assumidos, de desejos adiados, de partes de nós que fomos deixando para depois até que o “depois” se tornou um lugar cada vez mais distante.
A psicologia chama-lhe deriva existencial. Viktor Frankl chamou-lhe vácuo existencial. Eu chamo-lhe viver por defeito.
O problema não é a tua vida. O problema é que ela nunca foi verdadeiramente projectada por ti, no teu próprio compasso. É quando te lembras da mulher que eras, ambiciosa, curiosa, cheia de planos e sentes uma estranha saudade de ti mesma.
Não é crise. Não és fraca. Não é ingratidão.
É o sinal de que estás a viver uma vida que foi acontecendo, em vez de uma vida que escolheste, com intenção, com clareza, com “tu” no centro dela.
O que é o Life Design?
O conceito nasceu em Stanford, com Bill Burnett e Dave Evans, e parte de uma ideia simples e poderosa: se os designers conseguem criar produtos extraordinários a partir de um problema mal definido, também tu consegues criar uma vida extraordinária a partir do ponto onde estás agora.
O Life Design não é coaching tradicional. Não é uma lista de hábitos. Não é mais uma promessa de produtividade.
É uma metodologia que combina autoconhecimento profundo com acção concreta, para mulheres que já perceberam que continuar igual não é uma opção, mas que também não sabem bem por onde começar a mudar.
É para ti que:
- Sabes que queres algo diferente, mas ainda não tens palavras para o descrever
- Sentes que perdeste o fio à meada da tua própria vida
- Tens sonhos que foram sendo empurrados para “mais tarde” e o “mais tarde” nunca chegou
- Carregas uma carga mental e emocional que não é só tua, mas que acabaste por assumir como se fosse
- Já não te lembras bem de quem és quando não estás a cuidar de alguém e, mesmo que não digas a ninguém, tens vontade de voltar a saber responder à pergunta “Quem sou eu”? para além dos papeis…
O Life Design não trabalha com planos rígidos que ignoram a realidade, mas com clareza de valores, com consciência do que te drena e do que te alimenta, ajudando-te a desenvolver coragem para fazer escolhas que sejam genuinamente tuas, mesmo quando ninguém à tua volta as compreende.
O Life Design não te pede que abandones a tua vida. Pede-te que a olhes de frente, com honestidade e sem julgamento, e que comeces a perguntar:
O que é que eu realmente quero? O que é que esta vida está a custar-me? E o que é possível construir a partir de onde estou agora?
A investigação é clara: mulheres que desenvolvem clareza de propósito e autonomia sobre as suas escolhas de vida reportam maior bem-estar, menor ansiedade crónica e uma relação significativamente mais saudável com o trabalho e com as relações. Não é privilégio. É o resultado de um trabalho interior muito específico.
E é aí que o mais importante acontece: voltas a reconhecer-te.
A tua vida não tem de continuar a ser algo que te acontece.
Pode ser algo que tu constróis, com intenção, com ritmo e com a clareza de quem sabe exactamente o que quer.
Estás pronta para começar?
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Com amor,
Tânia Sitoe
